quinta-feira, 22 de março de 2012

MAS ENTÃO... PACIFICAMOS OU NÃO PACIFICAMOS A AŔEA?

Ontem surgiram notícias de que uma comunidade de onde haviam sido banidos criminosos, numa ação de pacificação do lugar... prestem atenção... MENOS DE 24 HORAS depois já estavam com a bandidagem cuidando do pedaço novamente!

Ficou despropositada a coisa, com essa ousadia dos criminosos. Um deboche do poder público, que agora não tem alternativa - ou vai lá de novo e "quebra e arrebenta" (como diria o saudoso presidente Figueiredo, nosso presidente, em priscas eras.

Temos algumas leis é que precisam ser resolvidas e postas em prática - por exemplo, se 30 anos é o máximo que se pode mandar em cima de alguém, poderia haver disposições, quando o criminoso for traficante, para que ele não saia de lá antes de 30 anos, sem direito a progressão de pena, sem direito a qualquer benesse. E a polícia precisa estar melhor equipada e mais treinada.

Porque a mola motora principal do crime no Brasil é o tráfico de drogas. Nada tem feito mais estrago do que aquela atividade maluca. Mas a turma entra numa de contemporizar - seres humanos, etc e tal... - e os caras saem, pra prosseguir a carreira! Ou então ficam de dentro dos presídios, orientando suas equipes. Ora, ora, ora... num século tão cheio de recursos, como ainda se permite que equipamentos sejam passados em segredo pra presidiários?

Outra coisa importante - REDUÇÃO DA MAIORIDADE penal. O guri de 11 anos da atualidade tem conhecimento que poucos teriam alí pelos seus 18 anos, há 30 anos atrás. E, se discirne o que é certo e o que é errado, porque não responsabilizá-lo? Até porque se não os acossamos com peso razoável, o que se faz é "cevar" criminosos piores dos que conhecemos em nossos dias.

Autoridades de segurança, ajam. Antes que seja tarde para todos.

Brasil...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

QUANDO A INTELIGÊNCIA ENCONTRA A ALIENAÇÃO

Com muito prazer republico um texto profundíssimo, que pode divertir, e vai trazer muita luz, sobre o momento político que vivemos. É ...