NARCISISMO A TROCO DE DEGRADAÇÃO

Hoje, dia 10.06.2012, nosso Brasil sofre mais uma Parada Gay.

Eu digo sofre porque aquela alucinação coletiva a céu aberto nada mais é do que um atentado à liberdade de expressão, pari passu com atentados derivados contra os padrões sociais, a moralidade e o bem estar coletivo.

E não me venham com repreensões. Algum dos Srs. críticos já teve o cuidado de contar quantas camisinhas (usadas) ficam para trás, no rastro da malfadada parada? Me poupem...

Fora, naturalmente, a afronta à Lei. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, alguém dirá. Pois bem. Práticas que até então ficavam restritas ao interior dos motéis e/ou bordéis agora pode ser realizado em praça pública? Então temos atentados ao pudor, tolerados em nome de isonomia de tratamento aos GLBT. O falecido Clóvis Bornay dissera uma vez que o Carnaval (festa que amava) tinha se tornado um espetáculo baixo (palavras minhas, sentido igual), a que um avô não levaria seu netinho, para assistir... Imaginem o que ele diria dessa palhaçada pós-moderna?

E quanto aos outros cidadãos, quem os protegerá? Quem há de proteger nossos filhos e netos da visão de pessoas expondo ostensivamente suas fantasias sexuais? Quem vai proteger a sociedade de um grupo (pequeno, diga-se de passagem) que insiste em impingir seu modo de viver no meio da sociedade? Notem que eles JÁ ESTÃO INSERIDOS em dita sociedade - então, qual é o ponto mesmo, de importância das manifestações, a não ser puro e simples narcisismo distorcido?

Não sou falso moralista, nunca fui. Penso entretanto que existe, sempre existirá, um ponto de equilíbrio nas relações humanas, e nos eventos dessa natureza isso é desequilibrado ao máximo.

O que um beijaço entre homens e mulheres homossexuais pode expressar? Qualquer pessoa pode fazer o que quiser com sua sexualidade, é livre para isso (ainda bem que não estamos em algumas culturas do Oriente Médio - em alguns lugares isso é punido com A MORTE). Assim como um beijo entre heterossexuais não representa nada mais do que manifestação de afeto entre pessoas, o beijo homossexual não vai além disso. Porque então empurrá-lo pra cima do resto da população que prefere seguir outros parâmetros?

Um homossexual meu conhecido, advogado, morando em Londres, revelara que nunca precisou ser ostensivo em sua sexualidade (e sim, ele morou algum tempo no Brasil, claro), nem participou desses movimentos - ELE O É, e pronto. Tem seus relacionamentos, vive bem... Pra que papagaiar o óbvio?

Estou ansioso pela Parada do Orgulho Hetero. Aliás, nem sei se a quero... vai que os exagerados existentes entre os hetero resolvam partir para a ofensa pública ostensiva?

E ainda me disseram que recursos do Erário são dispensados para promover essa brincadeira de mau gosto... Tomara que isso não seja verdade...

Ah, claro, as redes de hotéis estão faturando - é isso que importa, no mundo capitalista. Liberdade? Besteira...

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