CRETINICES FORMALIZADAS

Programa de notícias nos dá notícia, nessa quinta, 18 de outubro de 2012, de que os Exmos. Srs. deputados federais decidiram formalizar a jornada de trabalho de tres dias semanais, a saber, começam (os que começam, claro) a trabalhar na terça-feira e se dedicam ao mister legislativo (faz-me rir...) até quinta-feira (novamente, os que ficam, claro). A contrário senso, vale dizer que os "pares do reino" utilizam segundas, sextas, sábados e domingos para descansar, que afinal de contas ninguém é de ferro...

Enquanto isso, muitos dos "párias do reino" (notaram a sutileza do vocábulo iniciante?) trabalham 6 (isso mesmo, SEIS dias), e é desses mesmo seis dias, que são espremidos suados caraminguás, para suportar o custo - na média, em torno de R$ 1.200.000,00 anuais - de cada um dos "pares do reino".

Alguém ponderou que eles tão somente assemelharam o funcionamento da Assembléia Legislativa

Sabem, senhoras e senhores? Aqueles SAFADOS (sempre ressalto que há exceções) estão novamente tirando uma "onda" com a nossa cara. Nós, os mortais que compomos essa nação brasileira, os elegemos - aí você pondera o quanto é responsável por isso - e, em recompensa, ganhamos a chance de assistir de camarote àqueles salafrários viajarem em cima da hora para Brasília, "tocarem piano" (duvidam?), saem no meio do "expediente", somem, e no final do mês candidamente recolhem seus alentados subsídios. naturalmente, adicionados de verbas indenizatórias e ajudas de custo.

VERGONHA NACIONAL. Nenhum outro rótulo assenta melhor àquela chusma de senhores e senhoras que infestam (quando pragas ocupam um lugar não é infestação?) o Congresso Nacional.

Com toda a certeza aqueles moleques não leem minhas crônicas. Menos mal. Outras pessoas as leem. E mais dia, menos dia, essa nação de sofridos incultos, alienados enganáveis, escravos iludidos, vai despertar - aí, não haverá refúgio para a moçada que se ri desses quase duzentos milhões de irmãos e irmãs...

Brasil... dizem que estamos entrando no primeiro mundo, mas se depender do pessoal do Planalto Central, NÃO CORREMOS ESSE RISCO. Não nesse século.


P.S. - se alguém pretender comprar um carro novo, NÃO COMPRE 0 km! Procure em alguma agência, algum com alguns meses de uso. Deixe para as montadoras suas enganações e pegadinhas... a redução do IPI nem se compara à imoralidade do tamanho do lucro que elas têm com cada carro zero!

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