A QUESTÃO GAY = UM PACOTE DE BOBAGENS

Já tinha resolvido deixar de lado o debate a respeito do ativismo de uma parcela da comunidade "gay" do Brasil, mas me vi na obrigação de cobrir algumas lacunas que, a meu ver, têm sido ignoradas, no tratamento da questão e dos debates.

Antes de ir adiante, preciso pontuar que eu não tenho NADA CONTRA alguém ser homossexual, ou gay, ou que rótulo quiser adotar. Estarei ponderando sobre as barbaridades, suas motivações, e os sujeitos envolvidos nas últimas polêmicas sobre o assunto.

Não me cansarei de ponderar que a violência contra o público gay é matéria para o Código Penal. Nada mais, nada menos. Não temos necessidade de medidas assecuratórias a respeito disso. E me baseio em números.

Uma página "gay" no Facebook vociferava que nos tres primeiros meses de 2013 já tinha sido ultrapassado o número de cem (100), homossexuais ou simpatizantes mortos pelo Brasil, e terminava a postagem assim - "Até quando isso vai acontecer?" (ou algo parecido).

Objetei que, segundo estatísticas oficiais, no primeiro quadrimestre de 2013 o número de assassinatos pelo Brasil afora - sejam gays ou não - tinha superado quinze mil (15.000)! Num cálculo rápido, podemos considerar que, em proporção, o número de assassinatos proporcional ao primeiro trimestre fora de aproximadamente onze mil, duzentos e cinquenta (11.250) mortes. Ora, ponderado o número de gays apontado (em torno de 100), temos um percentual em torno de 0,88% do total de mortes no período!

Quem precisa de proteção extra mesmo? Ah, me poupem...

Uma outra coisa... tenho meu pensar em alguns pontos divergentes do presidente da Comissão de Direitos Humanos, mas atá-lo ao PDC 234/11, que a mídia parcial e venal, impiedosa e insistentemente tem rotulado de "cura gay" é simplesmente IMORAL. Ora, o deputado Feliciano NÃO FOI AUTOR do projeto, ele mesmo não necessitou votar, e ele não considera o que alí está como uma cura, até porque NÃO ROTULA a questão gay de doença. Ora, se o homem não tem nada a ver, diretamente com a coisa, o que se depreende da análise? Porque tantos protestos contra UM HOMEM SÓ?

Vemos um movimento orquestrado em andamento. MAS... PRA QUE? Defenestrar o deputado? Abandonar o PDC 234/11? Servir de catarse para a "raivinha" de alguns ativistas gays?

Talvez queiram excluir o homem da CDH porque ele pode representar um problema, na hora de atribuir RECURSOS PÚBLICOS para passeatas e protestos da minoria revoltada (como os R$ 11.000.000,00 que receberam para um de seus eventos - http://www.youtube.com/watch?v=GQs6JUbDahw - confiram antes de me criticar).

Mas tem mais... senhores... o que acontece é uma cortina de fumaça, para evitar protestos contra os Srs. José Genoíno e João Paulo Cunha, que foram empossados na Comissão de Constituição e Justiça, MUITAS VEZES mais importante do que a CDH, porque trata das questões na raiz legal, e não nos seus consectários.

Entretanto, o pacote de bobagens não se encerra com a "titulação" do projeto polêmico.

Porque o discutido PDC 234/11 foi elaborado para corrigir uma distorção absurda.  Imaginem, o Conselho Federal de Psicologia literalmente amordaça os profissionais da área, ao lhes proibir abordagens terapeuticas de homossexuais que eventualmente os procurem, para considerar suas escolhas! Não estou certo da constitucionalidade do PCD 234/11, mas a vedação de psicólogos atuarem nas questões me soa extremamente tolhedora, verdadeira censura, não só ao potencial do profissional psicólogo, como também há de censurar a vontade eventual de alguém que, buscando talvez se conhecer melhor, vá atrás de um psicólogo.

Ainda mais ridícula soa a a orientação do CFP, quando sabemos que a atividade do psicólogo é conduzir o paciente em busca de respostas, sem que o psicólogo mesmo as ofereça.

Se isso se consolida e ganha força, teremos então psicólogos sendo impedidos de agir em outras áreas de conflito humanas... até onde a vontade humana se confunde com o conhecimento, as tradições, a moral, a fé... pensem nisso, meus amigos! Isso é ridículo. Se Freud, Jung ou Skinner encontrassem esse tipo de entrave, certamente não teríamos a excelência no estudo da Psicanálise que temos hoje. Me poupem...










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