terça-feira, 16 de dezembro de 2014

E A LAMA RESPINGA...



Parece inesgotável mesmo a capacidade dos "posseiros" do poder em criar irregularidades, pelo Brasil afora.

Agora surge no cenário uma funcionária da PETROBRÁS, Venina Velosa da Fonseca, que teria surgido do limbo (fora transferida para o exterior, e depois demitida, segundo algumas fontes), com um dossiê debaixo do braço, acusando ex-superiores de tê-los informado de irregularidades, sem que medidas fossem adotadas e, pior, teria sido penalizada por isso.

PESSOAS... não chega a ser "meigo" o modo que os "posseiros" têm para enredar alguém que demonstre alguma integridade?

Ora, a funcionária teria alertado, por escrito, sobre irregularidades, pugnou por descontos em valores inflados, e ainda é penalizada!

Em paralelo, a administração da PETROBRÁS informa que todas as ocorrências informadas pela empregada foram apuradas. OK, se foram, quais resultados tivemos, das apurações? Ou vamos ficar somente em "apurado, arquive-se"? A nota a respeito foi muito lacônica, não nos diz nada, afinal de contas.

Alguém está ponderando que a moça somente vem a público agora, quando corre risco de ser envolvida nas mutretas "petrobráticas". Não vejo a coisa assim. Por outro lado, considero que ela se cansou de ficar calada e, aí sim, ver a própria biografia manchada por erros ("o que meus filhos/netos vão dizer, quando souberem que eu me calei?"), desonestidades e crimes de outros.

Não sei se entendem - quem é honesto fica esperando a coisa se acertar. Se não se acerta, aí surge a dicotomia - honestos medrosos (que se calam, ficam acuados) e honestos ciosos de suas responsabilidades sociais e com si mesmos. Penso que a referida gerente executiva se enquadra nessa última categoria.

Não sei como é a vida dessa senhora Fonseca. Mas ela minimamente me agrada, porque demonstra que tem ao menos respeito por si mesma, em primeiro lugar, e integridade para expor uma situação que até lhe pudesse produzir dissabores (como aparentemente aconteceu).

Ok, pode ser que ela esteja tentando simplesmente "livrar o couro".

O que não pode acontecer é que suas ações sejam minimizadas ou ridicularizadas... é isso mesmo que os "posseiros" querem.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

POBRES ACADÊMICOS!



O vídeo a seguir reporta o professor Eduardo Gualazzi, professor da faculdade de Direito da USP, num pronunciamento, que foi interrompido em seu nascedouro por manifestação de acadêmicos, com ostentação de dizeres "grafitados" em roupas/corpos, acionamento de bumbos, e exclamações de palavras de ordem.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/04/1435203-professor-de-direito-da-usp-trata-golpe-de-64-como-revolucao-leia-integra.shtml

É no mínimo prosaico o comportamento dos acadêmicos - por onde quer que se vá, no Brasil - dessa carreira, numa ostensiva demonstração (ou tentativa disso) de que podem, devem, e fazem/farão oposição (pretensamente dentro da Lei), daquilo que lhes reprima ou ofenda, minimamente.

A coisa engraçada é que ninguém olha esse comportamento do ponto de vista da decência, da ordem, do interesse da sociedade organizada. E então, vão se permitindo excessos que vez por outra terminam em pancadaria - e dá-lhe rábulas enfatuados partindo em busca da reparação permitida em Lei.

Me permitam ponderar, em paralelo, que ensino superior não representa necessariamente educação, como já se vê. Ademais, um lente com décadas de magistério deveria ao menos ser tratado com respeito, com a deferência de receptáculo de saber, que em outras eras acontecia no Brasil, e em algumas "ilhas" de educação social (Japão, por exemplo), ainda estão em uso. Mas aqui, como dizem os "lorpas e pascácios", é Brasil. Toda falta de educação será tolerada, especialmente se vier de um bando de energúmenos, ciosos de sua condição de "acima da lei", alienados desde o ventre materno, sem consciência social absolutamente.

Meus irmãos, é insuportável se ver cabeças, que possivelmente hão de decidir o futuro da nação, tenham comportamento tão malcriado, sem senso de oportunidade nem decência!!!! Me perdoem o desabafo. Sou de um tempo em que cabelos brancos mereciam respeito.

Mas vou além. O que será exatamente que aqueles jovens desengonçados e vociferantes sabem a respeito do episódio de 64? Ademais, porque não ouvir o respeitável mestre, ANTES de lhe contrapor raciocínios que, talvez, fossem mais convincentes e melhor fundamentados, do que a balbúrdia que se viu?

Nossa sociedade tem um desafio cruel - o de conhecer-se a si mesma. De modo quase geral, somos ignorantes de nossas origens, ignoramos os processos que nos trouxeram relativamente a salvo até aqui, socialmente falando, e também do ponto de vista de cidadãos. Nâo temos identidade nacionalista (como aquelas iniciativas que muita gente acha exagero, em outros países, como cantar COM EMOÇÃO o hino nacional, ter bandeira do país na fachada...).

Tenho certeza absoluta de que aqueles meninos e meninas sem noção nasceram muito depois da intervenção militar (nem golpe, nem revolução, atentem para o detalhe). Não sabem das motivações, ou se sabem, o souberam de fonte corrompida.

De toda maneira, é gente que precisa mesmo passar por mais uns bancos escolares. Quando nada mais fosse objetável, se o pronunciamento fosse mesmo condenável, o mínimo admissível seria aguardar o mestre terminar, e aí então propor as objeções.

BALBÚRDIA NÃO CONSTRÓI. No máximo provoca a instintiva, imbecil, força primal que todos nós temos dentro de nós. Quem não respeita não merece, e costumeiramente não será respeitado.

Brasil... te amo, mas teu povo é tão "deseducado"! Nem acadêmicos escapam!!!

O SR. BOLSONARO

A grita da vez é sobre o discurso empolgado (como sempre) do deputado Jair Bolsonaro, poucos dias atrás.

A imensa maioria das cabeças pensantes já parte para a crítica acerba à fala do ilustre deputado federal. Representantes dos "direitos dos manos" espernearam afoitamente... Um colunista sério, que eu inclusive leio e respeito, já postou, em claras linhas, de que o homem é condenável, pela apologia à violência e ao preconceito, etc e tal...

Bem...Certamente o ilustre deputado não é doido. Não foi alçado ao lugar onde está com agressões a quem quer que seja. Nem é também estúpido.

Formas de expressar - eventualmente fortes - muitas vezes permeiam o português coloquial, e concordo que não seja algo a se proferir de uma tribuna. ENTRETANTO...

É necessário que mergulhemos mais fundo na coisa, para entender o que acontece. Na gravação, de algum tempo atrás, em que o homem começa com esse negócio de "não vou te estuprar, porque você não merece", precisamos conceder que o deputado estava numa entrevista, quando foi aparteado de maneira intrusiva, pela deputada Maria do Rosário. E se notarem bem, ela não foi exatamente cuidadosa com o que falou, até porque o acusara de ser estuprador. E com a verve que lhe é peculiar, o deputado retrucou, o que acenderia a ira dos defensores dos direitos humanos.

OBSERVEM que o deputado nunca fez apologia de barbaridades, como essa que lhe atirou a ilustre deputada. De resto, destaca-se por ser íntegro - conquanto de discursiva exaltada, e até onde sei não pairam sobre ele acusações de corrupção ou falta de decoro. O que aconteceu em reunião recente da Assembléia Legislativa foi apenas o repisar de algo já existente.

Em paralelo, vale observar que seus esforços para explicar o "imbróglio" foram baldados, cerceado o seu direito de expor sua visão dos fatos, como se pode notar no vídeo abaixo, de domínio público:

https://www.youtube.com/watch?v=_GdCfXf6NJM

Sem o instituto da ampla defesa, cai no vazio a providência oficial, ok. Mas nesse caso, produz-se um prejuízo extraordinário, quando o pretenso ofensor NÃO PODE se defender, na esfera administrativa. Além do mais, já aconteceram, no espaço do vídeo referido, derivações interessantes e alienadas ("está querendo cassar..." etc e tal...). O comportamento de V. Excia. foi no mínimo ridículo, entendeu, Sr. José Mentor?

Sabem? Esse negócio de "direitos humanos" tem derivado para posicionamentos verdadeiramente ridículos, imorais, alienados. Essa senhora certamente não ponderou o efeito de sua verborragia contra o deputado, naquela ocasião do passado - quando inclusive ele nem sequer se dirigia a ela.

Agora acha que deve cobrar posturas. Ora, ora, ora... uma senhora, seja ela de expressão pública ou não, não pode sair por aí atravessando entrevistas de outrem, para atacar posicionamentos. No máximo poderia sim, chegada a sua vez de desfrutar de quinze minutos de fama, de expor seu pensar.

O deputado Bolsonaro é antes vítima do que algoz, num sistema em que são ponderados resultados, e ignoradas causas. Onde "direitos humanos" servem apenas para criminosos, sejam eles maiores de idade ou não - tentem lembrar de alguma entidade de "direitos humanos" visitando família de policiais assassinados, prestando assistência 'as família dilaceradas!!!!

Ah, me poupem, alienados oportunistas...

MUDA, MEU BRASIL!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE E DEMAGOGIA

A "Presidenta"... vítima ou algoz?


Vem a público hoje, através de diversas mídias informativas, relatório final da Comissão Nacional da Verdade.

Em seu bojo, inscrevem-se propostas de mudança num sem-número de direções, inclusive postulando-se pela extinção da Polícia Militar (?????). Igualmente, se pretende que seja abolida a celebração do que convencionaram rotular de "Golpe" de 1964. Que as F.A. assumam a responsabilidade pelo que lhes coube. Outras baboseiras se inserem no texto, repleto, já se vê, de revanchismo com quem um dia pretendeu que esse país fosse melhor.

Sim, senhores, os operadores da "intervenção" (nem revolução, nem golpe), de Março de 1964 pretendiam proteger nosso torrão rico e inculto da sanha perversa que se levantava, ameaçando liberdades individuais, patrimônios, e a soberania de nossa pátria.

Não, senhores, eles NÃO FORAM os responsáveis pelos despautérios ocorridos. E eu explico aqui.

Naqueles anos pós-guerra, as nações ocidentais estavam em alerta vermelho, literalmente, contra os "vermelhos" (que ironia, hoje eles enxameiam a América do Sul!). E a nação líder*, os Estados Unidos, influenciava a qualquer custo a proposta de combate a manifestações que pudessem conduzir a cismas pró-comunismo. Meus irmãos, pensem! A Europa Oriental estava prostrada, aos pés de Stalin, e seguintes líderes do soviete, Khrushev, Brejnev, Andropov e Chernenko. Populações inteiras viviam sob estrita vigilância, sujeitos a excessos administrativos e repressores inauditos (Gorbachev já é outra história).

Mas...

Claro, dentre nossos jovens** existiam algumas cabeças brilhantes que avaliaram "o máximo" aquela proposta  socializante, do socialismo comunista - ANTES OLHASSEM para o socialismo israelense, esse sim positivo e agregador! E tivemos então, pari passu com diásporas pontuais, a eclosão de movimentos reivindicatórios em nosso território tupiniquim.

As Forças Armadas, que intervieram para evitar o mal apregoado, se voltaram contra esses movimentos - nada estranho ou excessivo, já se vê. Afinal de contas, aquelas eram sementes de uma planta terrível, que produziria efeitos danosos em muitos pontos do globo.

Fundamental lembrar dois pontos, aqui:

- as práticas de investigação/repressão eram, naquela época, consagradas ao redor do mundo, isto é, o aparato de segurança de nossos generais não inovou em nada. Basta se conferir o que acontecia simultaneamente nos E.U.A., no Império Britânico, na França, na hoje inexistente Alemanha Ocidental. Não podemos empurrar aos ombros daquelas pessoas uma conta que, afinal, seria debitável ao estágio sócio-político que então vivíamos.

- só foram reprimidos pelos mentores da intervenção aqueles que se insurgiam contra o modelo implantado, e/ou demonstravam a face socialista/comunista de suas intenções (dentre eles os já mencionados jovens**, com idéias ufanistas, repletos de Marx, mas desconhecendo os meios que já vinham sendo implementados na Europa Oriental para consecução dos alvos marxistas***. Isto é, quem trabalhava seriamente, e seguia sua vida, NÃO FOI AMEAÇADO!!! Não é surpreendente? (estou sendo irônico).

Tivemos então um dos períodos de desenvolvimento mais consistente de nosso
Brasil. Obras fundamentais  para nosso desenvolvimento, sem as quais não imaginamos o Brasil - como por exemplo, a rodovia Pres. Dutra, a hidrelétrica de Itaipú, dentre outras - foram conduzidas (e sem o desastre de corrupção que temos hoje) pelos militares.

Nossas escolas tinham muito melhores condições, com professores valorizados e respeitados, nosso sistema de saúde, conquanto não fosse tão eficiente assim, atendia razoavelmente bem nossa gente.

E agora me vêm dizer que aqueles senhores (nenhum dos quais foi ou é milionário, como alguns barões da política atual) praticaram violência?

Como se postular a extinção da Polícia Militar? A que justificativa? Maçãs podres as há em qualquer cesto. Extinguiríamos então o PT, por algumas mortes e/ou violências mal explicadas??? HEIN?

Nossa gente, além de sem educação, de modo quase geral, é inculta, ignorante mesmo, das marés políticas que tivemos, da segunda metade do século XX para cá. Estamos aprendendo, embora ao longo dos últimos doze anos (estou escrevendo isso em 2014), tenhamos experimentado uma imensa retração/estagnação, em termos culturais... o que parece cultura em toda parte, salvo engano, são iniciativas paralelas, com propostas "culturais" que trazem em seu bojo menos cultura e mais liberalização de costumes e relativização da importância da pessoa humana.

Comissão Nacional da Verdade - caça às bruxas, versão tupiniquim... nada mais que isso.

Pra terminar... nossa ilustre "presidenta" (só entre aspas mesmo, essa palavra), se comovendo até às lágrimas, ao discursar sobre o relatório da CNV... ORA, ORA, ORA... e o que deveríamos fazer, ao mencionar os atos de violência tremenda, perpetrados mesmo pela digna senhora e seus êmulos? E esses, não serão analisados pela "Comissão Nacional da Hipocrisia"? Ah, me poupem. Notem que eles sacrificaram não somente patrícios nossos, mas representantes de outros países... como fica isso? IMPUNE?

    * Não se enganem... nações líderes SEMPRE EXISTIRAM, sempre existirão...
  **Alguns desses 'socialistas' simplesmente AMAM o clima da França, Inglaterra, Miami... socialismo estranho, esse...
***Desconhecem Engels, Lenine, Gramsci... por aí vai...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

SUA "INCELENÇA", O JUIZ

Carteiradas... uma outra vergonha nacional...

Novo episódio envolvendo um togado vem a lume.

O Dr. Marcelo Baldocchi, MM juiz titular da comarca de Senador La Roqque, no Maranhão, se atrasara para um voo. Chegando "avexado" ao aeroporto da cidade de Imperatriz, lhe informaram - estou certo de que o fizeram com a cortesia padrão, imperturbáveis que costumam ser esses empregados - que o voo já estava "fechado", e ele não poderia embarcar NAQUELE VOO.

Bem, bem, bem... isso já aconteceu comigo, e eu ainda pude até observar a escada sendo destacada do avião, mas nem minhas lamúrias, sequer lágrimas, fizeram com que os atendentes me franqueassem acesso ao pontual avião.

Mas, ao que parece, a salvo estão, ou deveriam estar, os representantes de algumas carreiras, não é mesmo, Dr.  Baldocchi?

Porque o digníssimo representante da Lei decidiu "causar" e começou altercação em que daria voz de prisão a tres funcionários de consagrada empresa aérea nacional, a pretexto de que eles teriam... feito o que mesmo?

Sem pretensão alguma de educar o douto juiz, preciso ponderar, Excelência, que o tempo a partir do qual não são mais admitidos acessos aos aviões prestes a decolar trabalha em favor DE V. EXCIA. mesmo, e em favor de todos os demais passageiros. Acontece que são normas reconhecidas internacionalmente - aquele tempo em que o MM juiz pôde contemplar seu perdido voo, é utilizado para checagens de instrumento, para calibragens, para últimas providências, que permitam um voo seguro aos viajantes (naturalmente, os que conseguem embarcar...).

Vale lembrar que nós, brasileiros, somos campeões em atraso. Ora, Excelência, se a coisa era assim tão séria e urgente, porque não se preparou adequadamente, e COM TEMPO, para a viagem? Sejamos honestos... o Sr. sabia que isso (ser obstado) iria acontecer, concorda?

Deveria causar constrangimento à categoria de magistrados no Brasil que seus representantes estejam exercitando de modo tão ostensivo a famosa "carteirada" - algo por sinal capitulado como crime - ao revelar sua condição de magistrado, na ocasião. Que outra coisa gostaria de ter, com seu esperneio, senão quebrar uma regra? ...que poderia inclusive culminar com a demissão de sofredores funcionários, que certamente não ganham nem um terço do que o Exmo. Juiz percebe.

Não Excelência, fico envergonhado por V. Excia. Me envergonha saber que temos no Brasil pessoas sem respeito a outrem ou às rotinas sérias do trabalho de outrem.

Me envergonha imaginar que um magistrado poderia se nivelar, em matéria de "barraco", com pessoas menos cultas, que os lorpas e pascácios denominariam de "pé-de-chinelo".

Me envergonha sobremaneira saber que nossos homens públicos não costumam ter compostura (não estou falando APENAS de V. Excia., falo de modo geral), e passam exemplos que poderão ser alegremente seguidos pelas massas menos aquinhoadas, simplesmente porque "ué, se o 'homi' pode, eu também posso".

Infelizmente, Excelência, o episódio me evocou o triste capítulo que escrevera, não muito tempo atrás, o Dr. João Carlos Souza Correa, um colega togado de V. Excia. que protagonizara algo inadmissível para um cidadão, mas ABOMINÁVEL para um juiz.

Bem, nos parece que S. Excia. já tem problemas suficientes para ocupar o pensamento (http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/12/08/juiz-que-deu-voz-de-prisao-ao-nao-entrar-em-voo-ja-usou-escravos-duas-vezes) conforme o jornalista Leonardo Sakamoto pontuara. Assim, deixemo-lo com suas chaminhas...

Precisamos que os homens sérios de nosso país se comportem COM seriedade. É insuportável se imaginar um homem público literalmente "descendo do pódio" para patrocinar querelas no mínimo, injustas, para não se dizer imorais.

MUDA, MEU BRASIL INCULTO E SEM RESPEITO!

QUANDO A INTELIGÊNCIA ENCONTRA A ALIENAÇÃO

Com muito prazer republico um texto profundíssimo, que pode divertir, e vai trazer muita luz, sobre o momento político que vivemos. É ...