sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O SR. BOLSONARO

A grita da vez é sobre o discurso empolgado (como sempre) do deputado Jair Bolsonaro, poucos dias atrás.

A imensa maioria das cabeças pensantes já parte para a crítica acerba à fala do ilustre deputado federal. Representantes dos "direitos dos manos" espernearam afoitamente... Um colunista sério, que eu inclusive leio e respeito, já postou, em claras linhas, de que o homem é condenável, pela apologia à violência e ao preconceito, etc e tal...

Bem...Certamente o ilustre deputado não é doido. Não foi alçado ao lugar onde está com agressões a quem quer que seja. Nem é também estúpido.

Formas de expressar - eventualmente fortes - muitas vezes permeiam o português coloquial, e concordo que não seja algo a se proferir de uma tribuna. ENTRETANTO...

É necessário que mergulhemos mais fundo na coisa, para entender o que acontece. Na gravação, de algum tempo atrás, em que o homem começa com esse negócio de "não vou te estuprar, porque você não merece", precisamos conceder que o deputado estava numa entrevista, quando foi aparteado de maneira intrusiva, pela deputada Maria do Rosário. E se notarem bem, ela não foi exatamente cuidadosa com o que falou, até porque o acusara de ser estuprador. E com a verve que lhe é peculiar, o deputado retrucou, o que acenderia a ira dos defensores dos direitos humanos.

OBSERVEM que o deputado nunca fez apologia de barbaridades, como essa que lhe atirou a ilustre deputada. De resto, destaca-se por ser íntegro - conquanto de discursiva exaltada, e até onde sei não pairam sobre ele acusações de corrupção ou falta de decoro. O que aconteceu em reunião recente da Assembléia Legislativa foi apenas o repisar de algo já existente.

Em paralelo, vale observar que seus esforços para explicar o "imbróglio" foram baldados, cerceado o seu direito de expor sua visão dos fatos, como se pode notar no vídeo abaixo, de domínio público:

https://www.youtube.com/watch?v=_GdCfXf6NJM

Sem o instituto da ampla defesa, cai no vazio a providência oficial, ok. Mas nesse caso, produz-se um prejuízo extraordinário, quando o pretenso ofensor NÃO PODE se defender, na esfera administrativa. Além do mais, já aconteceram, no espaço do vídeo referido, derivações interessantes e alienadas ("está querendo cassar..." etc e tal...). O comportamento de V. Excia. foi no mínimo ridículo, entendeu, Sr. José Mentor?

Sabem? Esse negócio de "direitos humanos" tem derivado para posicionamentos verdadeiramente ridículos, imorais, alienados. Essa senhora certamente não ponderou o efeito de sua verborragia contra o deputado, naquela ocasião do passado - quando inclusive ele nem sequer se dirigia a ela.

Agora acha que deve cobrar posturas. Ora, ora, ora... uma senhora, seja ela de expressão pública ou não, não pode sair por aí atravessando entrevistas de outrem, para atacar posicionamentos. No máximo poderia sim, chegada a sua vez de desfrutar de quinze minutos de fama, de expor seu pensar.

O deputado Bolsonaro é antes vítima do que algoz, num sistema em que são ponderados resultados, e ignoradas causas. Onde "direitos humanos" servem apenas para criminosos, sejam eles maiores de idade ou não - tentem lembrar de alguma entidade de "direitos humanos" visitando família de policiais assassinados, prestando assistência 'as família dilaceradas!!!!

Ah, me poupem, alienados oportunistas...

MUDA, MEU BRASIL!

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