DEPRECIANDO A MORAL - PROSTITUIÇÃO E CONTEÚDOS IMPRÓPRIOS



Por causa daquela série pornográfica a que já me referi duas vezes, muito se tem dito a respeito do tal "book rosa" (expressão corrompida até em sua etimologia, porque deveria ser ou "livro rosa" ou "pink book", mas enfim... modismos e burrice são mesmo pra serem copiados, no nosso mundo do século XXI).

Ok, sabe-se que prostituição existe desde sempre, em todos os nichos em que se manifeste a espécie humana. Não por acaso se considera a profissão mais antiga da terra.

Ok, nosso mundo cada vez mais antenado e conectado não tem como ocultar essas mazelas.

Ok, os artistas precisam viver, nem que seja à custa de processos deletérios da sociedade.

Mas não, não aprovo absolutamente esses conteúdos para a família brasileira. Não da forma como está se veiculando - pra se ter idéia, aquilo é conteúdo para TV por assinatura, nos Estados Unidos. Mas quem quer saber de preservar moral, no Brasil, não é mesmo?

Pessoas... porque será que bons exemplos - especialmente quanto a conteúdos disponíveis a crianças/adolescentes, não são copiados? Amigos, nossas cabeças pensantes preferem copiar o corrupto e corruptível, o sujo e o imoral, e que se danem as novas gerações, se algum lucro houver na coisa toda!!!!!!!

Mas não é só isso. Um espetáculo teatral destinado a ADULTOS teve a interveniência do Dr. Flávio Bretas Soares, juiz da Infância e Juventude do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, para impedir que duas crianças, entrando na adolescência, participassem do trabalho, sob alegação de que estariam submetidos a "linguagem inadequada".

Não sei da vida privada do Exmo. Sr. juiz, nem da total lisura de suas escolhas pela vida afora, mas pelo esclarecimento  que demonstrou na decisão mencionada, PARABÉNS, Meritíssimo. Demonstrou ao menos sensibilidade com a fragilidade relativa da faixa etária protegida, e dá aviso claro de que HÁ SIM gente que se importe com nossas crianças.

O responsável pela peça teatral protestou, alto e bom som, a respeito da restrição do órgão da Justiça. Não é novidade, isso. Quem não protesta contra a Justiça, hoje em dia? Diga-se de passagem, o desrespeito da maioria dos brasileiros com esse poder da democracia é algo surpreendente, salvo raras exceções. Um dia desses umas pessoas se revoltaram porque um juiz pediu (a seu modo) um pouco mais de respeito, diante da Justiça. Ridículo, quando tais protestos procedem de homens encanecidos.

Se os pais dos meninos (treze e dez anos, cada um) não se incomodam talvez seja porque usem conversas de adultos, com os conteúdos evitáveis, diante de seus filhos. Se o Sr. Miguel Falabella não se importa em literalmente "jogar aos leões" cabecinhas em desenvolvimento, antecipando riscos de corrupção (notem bem, não ela em si, mas seus riscos!), talvez seja porque não vislumbra restauração da inocência que nossas gerações emergentes estão perdendo, cada vez mais cedo.

Se quem os apoia (ao book rosa e a espetáculos que expõem crianças) não se importa com nossas crianças, como aquele pervertido que entrara num banheiro feminino (expondo suas coisinhas a uma menina), ok. Mas algumas pessoas ainda de preocupam com o tema da inocência das crianças.

Eu sei que, como retratara o antigo filme, e Lulu Santos ornamentara em sua música, que "assim caminha a humanidade".

Mas que me dá um dó terrível dos inocentes, em cujas cabecinhas tem sido inculcado sistematicamente o sujo, o mau, o perverso ou pervertido, o imoral... Que mundo eles terão pra viver?

Brasil, eu te amo, mas amaria mais se bons exemplos fossem aplicados em ti...

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