O UBER E ALGUNS SENHORES FEUDAIS



Há uma agitação paralela à operação Lava Jato muito interessante.

Trata-se do desconforto e a grita que um serviço via internet está provocando. o UBER.

Prezados, observem... TODOS OS NICHOS do conhecimento humano estão sendo invadidos pela internet, todas as possibilidades de interação, seja ela comercial, relacional, cultural... TUDO, ENFIM.

Porque os condutores de taxi seriam poupados?

Ora, ora, ora... coisas tão tradicionais como os "amarelinhos" de New York, praticamente uma instituição da "Big Apple"... porque não se integrarem aos tempos modernos?

Acontece que o UBER traz inovação. Há critérios rígidos para adesão ao serviço. Há degraus de qualidade a assegurar. Os candidatos a associados ao UBER precisam ter veículos de padrão razoavelmente alto, se submetem a padrões que os taxistas comuns não estão obrigados... Não têm incentivo para comprar seus carros (os taxistas têm). E, nada obstante, o serviço tem procura! O que acontece?

Temos tão somente que esses "senhores feudais" do transporte sob demanda não querem abrir mão de suas prerrogativas. Não se atualizaram, não buscaram alternativas de melhor atender seus clientes... E a internet os deixou para trás.

Praticam aquela famigerada taxa de "retorno", quando atendem aeroportos... muitos conservam seus veículos de modo sofrível, aquele cheiro infernal de cigarro (do próprio condutor, notem bem...).

E agora vão tentar aparar a chuva. Porque o UBER, ou qualquer outro sucedâneo, vai continuar invadindo essa "praia", que os motoristas de taxi pensavam ser só sua.

O Brasil quer, os turistas querem, os políticos discretamente querem...

Motoristas de taxi... vão chorar na cama! Ou se integrem aos invasores. Não há como lhes resistir.


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