terça-feira, 18 de outubro de 2016

EDUCAÇÃO - PORQUE MUDAR

 O comparativo chega a ser imoral...

Abro hoje o site do "Estadão", e me deparo com uma crônica excelente, de lavra da jornalista Eliane Cantanhêde, a respeito do verdadeiro inferno em que se tornou nosso ensino público. Confiram...

Educação... antes e AGORA...

Já escrevi a respeito, algumas vezes. Mas necessário é pontuar mais uma vez que a cartilha do infausto Gramsci tem sido seguida à risca, por quem queria (felizmente passou o tempo deles!) o Brasil aos pés de uma oligarquia socialista.

Só não vê quem não quer a doutrinação maciça, orientada, para produzir a cada geração mais apedeutas e alienados. Só não vê quem não quer como nossa juventude estava sendo conduzida, balizada, para o culto a um modelo de sistema social falido em seu nascedouro, corrupto em seu núcleo, desastroso, em seu assistencialismo frouxo e tendencioso, que tem sido pregado desde muito antes da saída dos militares do poder pelos partidos e tendências de esquerda.

Tenho contato continuado com profissionais de educação, e me causa surpresa o quão desvinculados (os mais recentemente formados, claro) são de modelos funcionais, priorizando o "mais fácil", o "menos avaliável", em benefício do "laissez faire" estudantil, se podemos dizer assim.

O resultado? Estudantes, desde estratos fundamentais até os acadêmicos, indisciplinados, desrespeitosos, amantes antes de tudo da baderna - qualquer coisa é motivo de rebeldias, individuais ou em grupo -, e que desprezam o conhecimento, o que trabalhosamente alguns abnegados ainda tentam lhes repassar. Já soube de fonte limpa da frase infame "sou eu quem paga teu salário!", para se eximirem de prestar atenção, tomar notas ou simplesmente estudar.

Outro resultado? Profissionais "meia boca", sem noção, descuidados do tecido sócio-econômico  que os envolve, onde a valoração do que SE TEM (e do ostentado) é superior ao que SE É... Aqui, infelizmente, temos inclusos novos profissionais do ensino e, então, temos uma espiral descendente, em termos de qualidade, que tem aprofundado ainda mais o abismo já existente entre nossas cabeças pensantes, e estudantes de outras plagas, mundo afora. Advogados, engenheiros, administradores, projetistas... 

A reforma do ensino PRECISA ACONTECER. Talvez não exatamente nos moldes que o governo federal preconiza, atualmente. Mas, com toda a certeza, DISPENSAMOS O DEBATE IDEOLÓGICO. Vamos atrás de exemplos que têm dado certo, pelo mundo, e pronto. Por exemplo, o Japão tem muito a nos ensinar, nesse particular. Ou a Noruega... "En passant", precisamos parar com essa estupidez de que o que serve para outras nações não serve pra nós, que é preciso adaptar, etc e tal. Bons exemplos servem SEMPRE. O "onde" e "como" aplicar as soluções é que pode variar.

Mas certamente não serve como subsídio - à reforma necessária - a verborragia irreverente, alienada, contaminada com ideais sociais que precisam vir APÓS A EDUCAÇÃO. Antes, será mera letra morta, ou discurso de ignorantes. Alguns "pensadores" da UNICAMP, USP, e outros "lentes" menos cotados (e suas "crias" abundantes) têm mais cuidado com seus salários, do que com a cultura - e através de sua grita acreditam que podem preservar a "boquinha". Não consigo vislumbrar outra justificativa para suas manifestações ignorantes, carregadas de violência verbal - exemplo que NÃO DEVERIAM esposar diante de seus alunos, ou de quem quer que seja. Ensinam rebeldia, e muito pouco conteúdo do que deveriam repassar. Vida em sociedade, por exemplo...

E é ÓBVIO que nossos políticos precisam cooperar. A estupidez e falta de visão dos escalões superiores de nossa política só superada pela cupidez dos escalões inferiores da mesma política, onde uns fingem que apoiam a melhoria do ensino (e mandam seus filhos estudarem no exterior) e outros FINGEM que querem melhoria, mas fraudam licitações de merenda, de livros, desviam recursos para seus projetos "sem noção" (sei de um exemplo MUITO PRÓXIMO DE MIM) usam politicagem barata e rasteira para prejudicar bons profissionais do ensino (e TAMBÉM mandam seus filhos para estudarem no exterior, ou em escolas particulares)...

FALEI.

P.S. - quem porventura se sentir afrontado por essas singelas linhas, que se manifeste. Terei o maior prazer em debater o tema, ou mesmo me retratar de alguma palavra/expressão mais dura, ou indevida. Eu fui educado inclusive para isso - me dobrar à verdade, à coerência, à justiça. Viver em sociedade exige essas firulas.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

PREMIANDO UMA CRIMINOSA


 Confiram a expressão de "tristeza" da apenada... (a "mina" estuprada não interessa, não é mesmo, pessoal dos "direitos dos manos"?)

Noticieiro recente nos dá notícia de que a Dra. Clarice Maria de Andrade, juíza naquele distante "país" sem lei, chamado Pará, foi PUNIDA (!!!!!) por ter encaminhado uma menor delinquente, em seus quinze aninhos, para uma cela ocupada por 30 (TRINTA) marmanjos, igualmente criminosos, onde permaneceu por alguns dias, para gáudio dos "companheiros" de cela, tempo em que, naturalmente, foi muito respeitada e protegida (se não virem ironia no texto, por favor chamem o hospício, para si). Aconteceu em Abaetetuba, Pará, há alguns anos atrás, esse "incidente".

Uma mocinha que certamente cometera algum ilícito tremendo, para ser assim penalizada pela ilustre magistrada. Ora, ora, ora, criminosos precisam ser punidos, não é mesmo DONA CLARICE?

Mas a infeliz magistrada teve sua conduta verificada, o Dr. Arnaldo Hossepian, do CNJ, classificou a medida adotada pela magistrada como "ignominiosa", e aquele Conselho penalizou a ilustre representante da Justiça, com afastamento de suas atividades, por DOIS ANOS. Como se tal penalidade não fosse suficiente, manteve a singela remuneração de juiz da magistrada.

Punição Exemplar!!!!! (faz-me rir...)

Uma pena dessas, só se fosse proferida mesmo pelo diabo!!!! Imaginem, uma pessoa ficar desobrigada de trabalhar, e ainda por cima receber por isso!!!! Não é o cúmulo da perversidade???? Obrigar a vetusta senhora a realizar viagens de lazer cansativas, a passear por shoppings caros, para consumir seu salário (lembramos, muito singelo, algo em torno de R$ 25.000,00, fora outros afagos oficiais).

Sua Excelência, convenhamos, NÃO FOI PENALIZADA. Recebeu um premio estupendo, com o qual sonham todos os mortais deste mundo - FÉRIAS DE DOIS ANOS, regadas a alentados vencimentos, e emprego assegurado!!!!!!

Uma vergonha insuperável, para a Justiça nacional. Um pepino que nossas ONG's de Direitos "dos manos" nem sequer ousam manifestar-se a respeito (onde estão vocês, meninos e meninas alienados que gritam quando um delinquente criminoso toma uma bala da polícia? Ah, me poupem, cambada de safados interesseiros - essa matéria da menina multi-estuprada não lhes dará muito holofote, não é mesmo? Pilantras, o que importa é fazerem barulho, nada mais...)

Penalizadíssima foi aquela menina, não importa se ela seja uma piranha, um "vapor" dos traficantes, ou ex-nora da juíza. Ninguém merece a sina que ela teve - de ser abusada por perto (imagino que algum dos criminosos não participou da hediondez... como sonho com gente de caráter!!!!) de trinta marmanjos, que estavam na mesma cela exatamente pela mesma razão - desrespeito à sociedade. Acham mesmo que iriam respeitar uma menininha de quinze anos, literalmente "carne fresca"?

Dra. Carmem Lúcia, a bola está na quadra de V. Excelência. Ou o Brasil (e o mundo) fica sabendo que aquela menina é mesmo o capeta encarnado, ou nos digam que a punição da Exma. juíza, Dra. Clarice, foi outra. E que ela será exonerada do serviço público.

Os magistrados de todo o país agradecem as providências de V. Excia.

EM TEMPOSe a Dra. Clarice tem defesa para o que aconteceu, ou se há outras pessoas da autoridade judiciária/policial envolvidas no incidente dantesco, é só me informar, e eu revejo a posição dessa crônica, e/ou dou nome a quem de direito. Não tenho o menor problema em rever as coisas, em favor de quem seja inocente.

QUANDO A INTELIGÊNCIA ENCONTRA A ALIENAÇÃO

Com muito prazer republico um texto profundíssimo, que pode divertir, e vai trazer muita luz, sobre o momento político que vivemos. É ...