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Mostrando postagens de Março, 2017

"LISTA FECHADA" E OUTRAS IMORALIDADES... O BRASIL PRECISA MUDAR!!!

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Achei simplesmente o máximo, em termos de resumo, esse texto, que uma amiga me repassara, sobre a tal "lista fechada"... Imaginem... um autêntico "bonde criminoso" abrigando TALVEZ algum político sério, mas no geral serão as mesmas sanguessugas de sempre... lá vai...



"""""- Garçom, me veja o cardápio, por favor.

- Nós não trabalhamos mais com cardápio, senhor.

- Vocês usam uma tabuleta, você me fala os pratos?

- Não, senhor, trabalhamos agora com lista fechada.

- Como assim, "lista fechada"?

- O senhor escolhe o restaurante (no caso, escolheu o nosso), e o nosso gerente escolhe o que o senhor vai comer.

- E o que é que eu ganho com isso?

- O senhor não precisa perder tempo escolhendo.

- Mas como vou saber o que vou comer?

- O senhor come o que o gerente achar que o senhor deve comer.

- Mas baseado em quê, se ele não sabe do que eu gosto!!!

- Baseado nos critérios dele.

- Que são...

- Ele pode querer que sejam os pratos mais caros. Ou os q…

A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA

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E assim caminha a humanidade... (ao menos no Brasil) - Imagem "emprestada" do Instituto Liberal, por prosaico que possa parecer... (são a favor da Reforma em moldes ao menos parecidos aos da proposta atual...)

Muito se tem comentado, ultimamente, sobre a necessidade de se reformar (novamente) a estrutura previdenciária pública, no Brasil.

Natural, o debate sobre esse assunto. Afinal de contas, a inversão de papéis (de mantenedor a beneficiário), presente o fator idade, será fator compressor dos recursos - é mero exercício de aritmética, sua verificação, tendo-se presente a massa de "aposentandos" que temos no momento, versus a população laboral, que não cresce na mesma proporção - seja por absoluta falta de oportunidades (explico já), seja pelo surgimento de novas tecnologias, que demandam redução do trabalho, tal como o víamos há umas décadas atrás... exemplo disso são os bancos - quando iniciei minha "carreira" como bancário, no final da década de 70, t…

GRAÇA... SEM DESGRAÇA?

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Deformações de fé... o que exatamente se busca, além da acomodação das próprias culpas?
No mundo estranho em que vivemos, dominado por inversões alienadas (exponho algumas a seguir), e sentimentos contraditórios (idem), nada mais natural do que a busca a qualquer custo pelo que pode ser (em minha opinião É) eterno, e a elevação do espírito para além das mazelas humanas.

Hoje em dia temos a indústria bélica, onde "senhores da guerra" (malditos sejam) vendem armas para irmãos de etnia - provavelmente o fundo de investimentos em que você aplica os caraminguás mensais faz inversões em grupos empresariais do ramo bélico, como o Carlyle, por exemplo (ok, há controvérsias, mas pesquisem...). E se isso acontecer, imagine a coisa prosaica - você, que prega a paz, PODE ESTAR investindo na guerra? Lindo, não?

Hoje em dia temos a indústria farmacêutica obstando remédios curativos, por que são BARATOS (vide a badalada fosfoetanolamina, e muita coisa mais, que temos aprendido com os labor…

TRIBUTO A UM ADMINISTRADOR

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Moralidade... precisa começar por cada um de nós...

Sem dúvida há bons administradores públicos por aí. Não é possível que numa nação de 5.570 municípios (últimas verificações oficiais), é impossível que não tenhamos bons administradores cuidando de uma ou outra cidade (notem o descrédito por trás do palavrório...).

Me parece que o Sr. João Dória Jr. está indo bem. Deus o guarde! Gerir Sampa é um desafio hercúleo, sem dúvida alguma!

Mas, recentemente mais alguém surgiu da multidão ignota dos administradores públicos... Não é que o Sr. Daniel Guerra, de Caxias do Sul - RS, deu uma "chamada" num faltoso???? Confiram...

Pito de Patrão?

Vamos aos fatos... Um prefeito recém-eleito chega em uma repartição de sua prefeitura, e um funcionário de seu quadro, que deveria estar alí em seu mister, não está - e aparentemente sem justificativa conhecida.

O que ele deveria fazer? O ÓBVIO - perguntar o que está acontecendo. E a quem? Claro, ao dito cujo funcionário faltante.

Então... porque…